EXPOSTA: Colecção Berardo fica em Portugal
O 60º maior coleccionador do mundo vai ter um museu para armazenar a sua obra em Portugal. Depois do impasse criado em Dezembro, o Ministério da Cultura anunciou, no Sábado, que a colecção de Joe Berardo vai permanecer definitivamente em Lisboa. O acordo entre o governo português e o empresário madeirense é assinado durante a próxima semana, divulga o jornal Expresso.
O novo Museu de Arte Contemporânea, a ser criado no Centro Cultural de Belém (CCB), é a solução encontrada para abarcar as mais de quatro mil obras de arte da colecção Berardo.
O espólio do coleccionador encontrava-se depositado num armazém do CCB, sendo que algumas obras eram expostas temporariamente no Sintra Museu de Arte Moderna (SMAM). Instituições de Miami e sul de França chegaram a seduzir o comendador propondo um novo museu para o legado do português, adianta o Diário de Notícias.
Trata-se de uma colecção de carácter internacional cujas obras retratam a imaginação e a criatividade do século XX. Sem limitações de movimentos e técnicas, alterna entre a arte passada e a história geral da arte moderna.
Picasso, Miró, Warhol, Duchamp, Bacon, Cesariny, Paula Rego, Fontana, Amadeo de Souza Cardoso e restante família da arte internacional contemporânea, passam a ter residência fixa em solo lusitano.



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